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IBOVESPA SOBE 2% E DÓLAR SE APROXIMA DE R$ 5 COM DADOS ECONÔMICOS MELHORES QUE O ESPERADO

Dados de empregos nos EUA, serviços na zona do euro e produção industrial no Brasil ajudam a animar os mercados, apesar do Brasil ter registrado ontem mais um recorde no número diário de mortes pelo novo coronavírus.

Ações da Braskem estão entre as maiores baixas do Ibovespa após balanço do 1º trimestre

As ações PNA da Braskem recuam 2,83%, a R$ 28,55, em dia de alta de 2,82% do Ibovespa, aos 93.616 pontos, às 11h34.

Logo na primeira hora de pregão, os papéis da Braskem chegaram a recuar ainda mais, 3,95%, na cotação mínima do dia de R$ 28,22.

A explicação está no balanço do primeiro trimestre de 2020, no qual a empresa teve prejuízo de R$ 3,65 bilhões, ante lucro de R$ 928 milhões no mesmo período de 2019. O resultado teve impacto negativo da desvalorização de 29% do real frente ao dólar e do peso mexicano ante o dólar. A despesa financeira líquida somou R$ 6,3 bilhões.

(Marcelle Gutierrez, Valor PRO)

 

Dólar comercial toca R$ 5,05

O dólar opera em queda expressiva ante moedas de mercados avançados e desenvolvidos na manhã desta quarta-feira. Contudo o recuo é ainda mais pronunciado em relação ao real, no momento em que a divisa dos Estados Unidos se aproxima da marca simbólica de R$ 5.

Por volta de 10h50, o dólar caía 2,58% no mercado à vista, para R$ 5,0769, após tocar R$ 5,0598 na mínima do dia. No mesmo horário, a moeda americana recuava em nível menos acentuado em relação a outras divisas de mercados emergentes. O dólar caía 0,98% ante o peso mexicano, cedia 1,09% contra o rand sul-africano, perdia 1,14% em relação ao peso chileno, recuava 1,56% ante o peso colombiano e caía 1,79% na comparação com a rupia indonésia.

(Victor Rezende, Valor PRO)

 

Ações em Nova York estendem rali, com dados de emprego melhores que o esperado

Os índices acionários em Wall Street dão sequência ao rali dos últimos dias e iniciaram a quarta-feira exibindo ganhos consistentes. As ações ganharam impulso após os dados da Automatic Data Processing (ADP) terem exibido uma perda de vagas de trabalho no setor privado americano muito menor do que os analistas esperavam para o mês de maio.

Assim, por volta de 10h43, o Dow Jones operava com ganhos de 0,88%, enquanto o S&P 500 subia 0,74%. O índice eletrônico Nasdaq avançava 0,34%. No acumulado semanal, até aqui, os ganhos para os três índices são de 2,28%, 1,92% e 1,54%, respectivamente.

(Valor PRO)

 

Setor privado nos EUA corta 2,76 milhões de empregos em maio, diz ADP

O setor privado americano cortou 2,76 milhões de vagas de trabalho em maio, de acordo com dados divulgados há pouco pela Automatic Data Processing (ADP) e pela Moody’s. O corte de vagas foi menor do que a expectativa dos economistas consultados por The Wall Street Journal, de -8,75 milhões.

“O impacto da crise gerada pela covid-19 continua pesando sobre as empresas de todos os tamanhos”, disse Ahu Yildirmaz, vice-presidente da ADP. Apesar da perda de vagas, Yildirmaz disse que “embora o mercado de trabalho ainda esteja sofrendo os efeitos da pandemia, a perda de vagas de trabalho provavelmente atingiu o pico em abril, já que muitos estados começaram a reabertura gradual dos negócios”.

O relatório de criação de empregos no setor privado da ADP é considerado uma prévia dos dados do payroll, que serão divulgados pelo Departamento do Trabalho dos EUA na sexta-feira.

Tesouro Nacional vai emitir títulos em dólares no mercado internacional

O Tesouro Nacional informou nesta quarta-feira (3) que vai realizar uma emissão de títulos em dólares no mercado internacional. Serão emitidos dois novos títulos, um de cinco anos, com vencimento em 2025, o Global 2025, e um de dez anos, com vencimento em 2030, o Global 2030. Os títulos serão emitidos no mercado global e o resultado será divulgado ao fim do dia de hoje.

A operação será liderada pelos bancos Bank of America, Deutsche Bank, Itau BBA e J.P. Morgan. Segundo o Tesouro, o objetivo da operação é dar continuidade à estratégia de promover a liquidez da curva de juros soberana em dólar no mercado externo, provendo referência para o setor corporativo, e antecipar financiamento de vencimentos em moeda estrangeira.

Dólar vai a R$ 5,10 com movimento global a favor de ativos de risco

O otimismo que continua em vigor no exterior e que tem propiciado uma queda generalizada do dólar volta a se refletir no mercado doméstico e, na manhã desta quarta-feira, a moeda americana já testou o nível de R$ 5,10, em um movimento que também teve o apoio do anúncio do Tesouro de emissão de títulos da dívida em dólares no mercado internacional.

Por volta de 9h50, o dólar era negociado a R$ 5,1231 (-1,70%) no mercado à vista, após tocar R$ 5,1091 na mínima do dia.

O rali contínuo dos ativos de risco ganhou apoio adicional, na noite de ontem, do índice de gerentes de compras (PMI) do setor de serviços da China, que subiu de 44,4 pontos em abril para 55,0 pontos em maio, superando o esperado pelo mercado.

 

 

Fonte: Valor Investe

 

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